A noite da última quarta-feira (24/02) foi movimentada pelo encontro “Fala Aluno”, que reuniu a comunidade acadêmica no auditório da Faculdade Sartre COC com o objetivo de integrar a instituição, corpo docente e discente e, sobretudo, estimular o debate e a interação entre os alunos.
Num primeiro momento, a diretora acadêmica, Karina Bizerra, apresentou toda a estrutura e organização da Faculdade, de forma que os novos alunos ficassem interados dos procedimentos e funcionários a quem recorrer durante o semestre.
De olho nas sugestões propostas pelos alunos, a diretora enfatizou que o envolvimento constante destes com a Faculdade é algo não só desejável, mas que faz parte do caminho natural para o sucesso das ações desenvolvidas pela Instituição.
Quando as ideias partem de quem está na busca do conhecimento, elas chegam carregadas de entusiasmo e dão asas aos projetos, por isso a Faculdade Sartre COC tem trabalhado na criação de canais e mecanismos de diálogo com os alunos, como, por exemplo, o programa CPA (Comissão Própria de Avaliação), responsável pela avaliação contínua dos serviços educacionais e da vida acadêmica.
Presente ao evento, o professor Marcílio Ribeiro é membro da atual Comissão de Avaliação e também salientou a importância deste instrumento na manutenção de um ambiente acadêmico saudável, essencial para a formação de profissionais críticos e bem preparados.
A resposta do corpo discente não pôde deixar de espelhar esta preocupação fundamental. Após a fala dos coordenadores que, em seguida, se retiraram do auditório para que os alunos se sentissem confortáveis para discutir idéias, muitos permaneceram no auditório para debater sobre iniciativas que prometem dar maior representatividade e desenvolver a formação estudantil.
Este é o espírito do “Fala Aluno”, que se consolida como uma parceria entre instituição e estudantes na busca de soluções práticas e integradas para o aprimoramento da educação.
O principal, na troca de experiências vivenciadas na noite de terça-feira, foi a promoção de um espaço democrático em que a oportunidade de “falar” esteve acompanhada pela certeza e segurança de ser ouvido.
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